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13/11/2018 - 14:59 - #Reverso Comunicação Integrada
Ranking de AMANHÃ e PwC revela quem é quem na elite empresarial da região Sul
Ranking de AMANHÃ e PwC revela quem é quem na elite empresarial da região Sul - #REVERSO COMUNICAÇÃO INTEGRADA

Um pequeno impulso, o crescimento de 1% do PIB em 2017, foi o suficiente para as maiores empresas da região Sul demonstrarem sua capacidade de resposta a qualquer melhora no ambiente econômico, após o exercício de sobrevivência a que se submeteram du ...

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Um pequeno impulso, o crescimento de 1% do PIB em 2017, foi o suficiente para as maiores empresas da região Sul demonstrarem sua capacidade de resposta a qualquer melhora no ambiente econômico, após o exercício de sobrevivência a que se submeteram durante a pesada recessão que fulminou o país nos dois anos anteriores. Essa é uma das evidências do ranking 500 MAIORES DO SUL, lançado por AMANHÃ e PwC na manhã desta terça-feira (13), no Hotel Intercity, em Porto Alegre.

O pelotão das 500 MAIORES DO SUL alcançou, em 2017, um total de R$ 537,5 bilhões em faturamento – o maior valor desde 2014, e 4,1% acima do montante que haviam faturado em 2016. Mas essa é apenas uma das boas notícias trazidas pelo ranking de AMANHÃ e PwC. No mesmo ano, o patrimônio das 500 cresceu 7,7%, para R$ 305,8 bilhões, como reflexo da onda azul que envolveu os balanços. A soma dos lucros líquidos chegou a R$ 36,8 bilhões, 9,5% mais do que em 2016. Os bons resultados foram puxados pelas empresas do ramo de energia elétrica, como a Itaipu Binacional, com R$ 3,8 bilhões; a Engie, que lucrou R$ 2,6 bilhões e a Copel, que amealhou R$ 1,1 bilhão. Na ótica inversa, a que contempla os prejuízos, o cenário também se mostrou alentador. Quando se busca, na lista das 500, aquelas companhias que fecharam 2017 em déficit, percebe-se que elas perderam R$ 4,4 bilhões. Não é pouco, mas é significativamente menos que as perdas de 2016, que haviam chegado a R$ 10,5 bilhões. Aliás, nesta edição de 500 MAIORES DO SUL a maré vermelha atinge 75 empresas. No ranking anterior, com base em balanços de 2016, a soma das empresas com prejuízo havia sido bem maior: 109.

Nesta edição de 500 MAIORES DO SUL, o Rio Grande do Sul detém o maior número de empresas. São 196 gaúchas (dez a mais do que na edição passada), ante 183 do Paraná, estado que aparece com duas representantes a menos em relação à listagem anterior. Quem mais perdeu representatividade foi Santa Catarina, que classificou 121 companhias entre as 500, oito a menos que o último ranking. Entre as ilustres ausências catarinenses estão a Rede Berlanda, a Círculo, a H. Carlos Schneider (companhia que controla a Ciser), a Unicred SC, a Univali e o Grupo Tigre que, neste ano, optou por não tornar públicas suas demonstrações financeiras do exercício de 2017. E quem ajudou a reforçar o poderio gaúcho na lista foi o retorno de empresas como Getnet, a rede de supermercados Zaffari e a Vonpar Refrescos, que voltaram a fornecer balanço. Arauco do Brasil e a Cooperativa Lar estão entre as perdas paranaenses no ranking.

“Para a PwC Brasil, é uma satisfação fazer parte da história deste estudo. O ranking se consolidou ao longo de seus 28 anos e hoje serve como um referencial para o meio corporativo brasileiro. Um dos principais aspectos das 500 Maiores é o de fazer um panorama dos setores econômicos que estão em evidência, caso do cooperativismo financeiro, um setores que vêm se destacando nos últimos anos. Mas o que fica mais evidente com este novo estudo é o cenário de recuperação que o mercado está demonstrando após o período de crise, uma vez que a grande maioria dos setores apresentou crescimento no exercício de 2017", aponta Rafael Biedermann Mariante, sócio da PwC Brasil.

Gangorra estadual - As gaúchas exibem a maior soma de receitas e, também, de patrimônios. Consequentemente, são líderes também em Valor Ponderado de Grandeza. O VPG, principal critério de classificação desde 1991, quando foi desenvolvido por PwC e AMANHÃ exclusivamente para o ranking, reflete uma ponderação entre os principais números de um balanço: patrimônio (com peso de 50%), receita (40%) e lucro líquido (10%). Já as paranaenses levam vantagem na soma dos lucros: R$ 16,2 bilhões, o que significa R$ 3,5 bilhões a mais do que as gaúchas e um pouco mais que o dobro das empresas de Santa Catarina (R$ 7,9 bilhões). Os menores prejuízos também pertencem às paranaenses. Suas companhias deficitárias acumularam perdas de R$ 900 milhões, enquanto as gaúchas na mesma situação queimaram quase R$ 2 bilhões. Entre um extremo e outro, figuram as catarinenses, com prejuízos da ordem de R$ 1,6 bilhão. Mas é preciso considerar que, deste total, R$ 1,1 bilhão se refere às perdas de uma única empresa, a BRF (veja quadro “Os maiores prejuízos do Sul”). Ainda sobre o desempenho das catarinenses, despontam três evidências positivas. Elas exibem o menor nível de endividamento entre as empresas do Sul, apresentam a maior margem de rentabilidade sobre a receita e, ainda, o maior índice de liquidez, indicador que aponta o montante de dinheiro disponível em caixa para fazer frente aos compromissos de curto prazo.

Indicadores PR SC RS
Soma dos VPGs* (em R$ bi) 129,2 102,4 139,5
Receita líquida (em R$ bi) 181,1 155,9 200,6
Patrimônio (em R$ bi) 110,5 78,9 116,4
Lucro líquido (em R$ bi) 16,2 7,9 12,7
Prejuízo (em R$ bi) (0,9) (1,6) (1,9)
Número de empresas 183 121 196
(*) VPG: Valor Ponderado de Grandeza. Resulta da soma de patrimônio (com peso de 50%), receita líquida (40%) e resultado líquido do exercício (10%).
Método – Para revelar quem é quem entre as empresas do Sul, a Revista AMANHÃ e a PwC construíram um indicador exclusivo: o Valor Ponderado de Grandeza (VPG). O índice reflete, de forma equilibrada, o tamanho e o desempenho das empresas, a partir de um cálculo que considera os três grandes números do balanço: patrimônio líquido (que tem peso de 50% no cálculo do VPG), receita líquida (40%) e lucro líquido ou prejuízo (10%).

As Top 10
A Gerdau segue liderando o ranking das 500 MAIORES DO SUL. Com um patrimônio líquido de R$ 23,8 bilhões, e receita líquida de R$ 36,9 bilhões, a companhia soma um Valor Ponderado de Grandeza (VPG) de R$ 26,6 bilhões. Como revela o quadro a seguir, o quadro das dez primeiras colocadas apresenta alguma das mudanças. Com a queda do paranaense Kirton Bank (Ex-HSBC) da sexta para a 16ª colocação, Santa Catarina passa a ter quatro empresas entre as dez primeiras colocadas no ranking 500 MAIORES DO SUL. Ocupando o décimo lugar, a Engie Brasil (ex-Tractebel) é a mais nova representante do grupo, fazendo companhia a Bunge (2ª colocada), que ultrapassou a BRF (3ª) e Weg (6ª). O Top 10 é completado por três representantes do Paraná e três do Rio Grande do Sul.

Os dez maiores VPGs do Sul
2017 2016 Grupo/Empresa UF VPG* 2017
R$ milhões
1 1 Grupo Gerdau RS 26.680,15
2 3 Bunge Alimentos SC 19.912,69
3 2 BRF SC 19.134,25
4 4 Copel e Controladas PR 13.476,91
5 5 Sicredi – Consolidado RS 11.145,72
6 7 WPA Participações e Serviços S/A (Weg) SC 8.809,07
7 8 Banrisul – Banco do Estado do RS RS 7.614,21
8 9 Klabin S/A PR 7.019,64
9 10 Coamo – Agroindustrial Cooperativa PR 6.529,18
10 11 Engie Brasil Energia S/A (Ex-Tractebel Energia) SC 6.421,80

Patrimônio para que te quero
Os bancos, com três representantes, são o tipo de segmento com maior destaque entre os dez maiores patrimônios da região Sul, seguidas pelas empresas de alimentos. Porém, a liderança é da Gerdau.

Os dez maiores patrimônios do Sul
2017 Grupo/Empresa UF Patr. Líquido R$ milhões
1 Grupo Gerdau RS 23.893,94
2 Copel e Controladas PR 15.510,50
3 Sicredi – Consolidado RS 13.084,16
4 BRF SC 11.712,78
5 WPA Participações e Serviços S/A (Weg) SC 9.525,09
6 Bunge Alimentos SC 9.087,29
7 Kirton Bank S/A – Banco Múltiplo (Ex-HSBC) PR 8.153,42
8 Rumo S/A (Ex-ALL e Controladas) PR 8.019,38
9 Klabin S/A PR 7.234,15
10 Banrisul – Banco do Estado do RS RS 7.035,03

Desindustrialização? Aqui, não
Entre as 30 maiores receitas líquidas de 500 MAIORES DO SUL, nada menos que 13 são empresas puramente industriais. Porém, se entrarem nessa conta cooperativas de produção que possuem braços industriais, como Coamo, Coopercentral Aurora e C.Vale, esse número sobe para 16.

Os 10 maiores faturamentos do Sul
Na batalha entre as gigantes das 500 MAIORES DO SUL, a catarinense Bunge superou a Gerdau em receita líquida, fechando o ano de 2017 com R$ 38,3 bilhões. As dez maiores receitas liquidas da região, somadas, chegam a um total de R$ 187,8 bilhões, o equivalente a 34,9% de todas as vendas somadas nas 500 MAIORES.

Os 10 maiores faturamentos do Sul
2017 Grupo/Empresa UF Receita Líquida R$ milhões
1 Bunge Alimentos SC 38.308,23
2 Grupo Gerdau RS 36.917,62
3 BRF SC 33.469,35
4 Copel e Controladas PR 14.024,57
5 Itaipu Binacional PR 12.373,62
6 Renault do Brasil PR 11.519,31
7 Sicredi – Consolidado RS 10.840,26
8 Coamo – Agroindustrial Cooperativa PR 10.352,33
9 Yara Brasil Fertilizantes S/A RS 10.076,10
10 Banrisul – Banco do Estado do RS RS 9.978,49

Hegemonia paranaense
Entre os dez maiores lucros líquidos, a hegemonia é paranaense: são cinco companhias. A líder é a Itaipu Binacional, também do Paraná. Outra curiosidade deste sub-ranking é que empresas estatais e do setor de energia tiveram os melhores resultados na última linha do balanço no exercício de 2017.

Os dez maiores lucros líquidos do Sul
2017 Grupo/Empresa UF Lucro Líquido R$ milhões
1 Itaipu Binacional PR 3.845,71
2 Sicredi – Consolidado RS 2.675,39
3 Engie Brasil Energia S/A (Ex-Tractebel Energia) SC 2.004,56
4 Banco Sistema S/A (Ex-Bamerindus) PR 1.573,95
5 WPA Participações e Serviços S/A (Weg) SC 1.512,56
6 Copel e Controladas PR 1.118,26
7 Banrisul – Banco do Estado do RS RS 1.053,04
8 Coamo – Agroindustrial Cooperativa PR 740,52
9 Lojas Renner S/A RS 732,68
10 Sanepar – Cia. de Saneamento do Paraná PR 686,17

Os dez maiores prejuízos do Sul
2017 Grupo/Empresa UF Prejuízo R$ milhões
1 BRF SC (1.098,85)
2 Yara Brasil Fertilizantes S/A RS (455,66)
3 Grupo Gerdau RS (338,67)
4 Forjas Taurus e Controladas RS (286,03)
5 Rumo S/A (Ex-ALL e Controladas) PR (258,44)
6 Cia. Comercial de Imóveis (Grupo Habitasul) RS (249,54)
7 APM Terminals Itajaí S/A SC (126,34)
8 C R Almeida S/A Eng. de Obras PR (113,23)
9 Arena Porto-Alegrense S/A RS (103,25)
10 Agrale e Controladas RS (88,74)

Líderes setoriais
O anuário de AMANHÃ e PwC revela, ainda, as companhias que são destaques em 29 setores-chave da economia do Sul. São dois critérios: vendas e rentabilidade. Desta forma, tem-se um quadro em que normalmente cada setor mostra dois líderes distintos: uma empresa é a maior e outra, de menor tamanho, desponta por sua capacidade de transformar faturamento em lucro. Entre as maiores por setor, o Rio Grande do Sul conta com 13 companhias, o Paraná com 10, e Santa Catarina, seis. Entre as mais rentáveis, há 12 paranaenses, 11 gaúchas e seis companhias de Santa Catarina. Em cinco setores, uma mesma empresa ocupa a condição de maior e mais rentável. São os casos do Grupo RBS, em Comunicação, Editorial e Gráfica; Coamo, em Cooperativa de Produção ; Todeschini, em Móveis; Refinaria de Petróleo Riograndense, em Petróleo e Petroquímica; e Cia. Hering, em Têxtil e Confecções.
As líderes setoriais
Setor A maior A mais rentável
Agropecuária Camil Alimentos (RS) SLC Agrícola S/A (RS)
Alimentos e Bebidas Bunge Alimentos (SC) Cia. Cacique de Café Solúvel (PR)
Automotivo Renault do Brasil (PR) ZM (SC)
Comércio - Atacado e Varejo Lojas Renner (RS) Ticket Soluções HDFGT (Ex-Haag) (RS)
Comércio Exterior Bianchini S/A (RS) CPA Trading (PR)
Comunicação, Edit. e Gráfica S+ Participações S/A (RBS) (RS) S+ Participações S/A (RBS) (RS)
Construção e Imobiliário EPG Partic. (Grupo Plaenge) (PR) Soifer Participações Societárias S/A (PR)
Cooperativa de Produção Coamo (PR) Coamo (PR)
Couro e Calçados Calçados Beira Rio S/A (RS) Grendene (RS)
Educação Grupo Positivo (Ex-Positivo Participações) (PR) CIEE - C. Integr. Empresa-Escola/RS (RS)
Eletroeletrônicos Electrolux do Brasil (PR) Mueller Participações (SC)
Energia Copel (PR) Lumitrans (SC)
Financeiro Sicredi – Consolidado (RS) Banco Sistema (Ex-Bamerindus) (PR)
Higiene e Limpeza Liderança Serviços (SC) Memphis (RS)
Informática e Automação Getnet Adquirência e Serv. para Meios de Pagamento S/A (RS) Ebanx S/A (PR)
Madeira e Cultivo Florestal Berneck S/A (PR) Firbal Participações S/A (SC)
Máquinas e Equipamentos WPA Participações (Weg) (SC) Neoortho Produtos Ortopédicos (PR)
Material de Construção Grupo Portobello (SC) Cia. de Cimento Itambé (PR)
Metalurgia Tupy (SC) Tramontina S/A Cutelaria (RS)
Móveis Todeschini S/A (RS) Todeschini S/A (RS)
Papel e Celulose Klabin S/A (PR) Mili S/A (PR)
Petróleo e Petroquímica Refinaria de Petróleo Riograndense (RS) Refinaria de Petróleo
Riograndense (RS)
Plástico e Borracha Évora (Ex-Grupo Petropar) (RS) Mercur S/A (RS)
Química Yara Brasil Fertilizantes S/A (RS) Renner Herrmann S/A (RS)
Saúde Unimed Porto Alegre (RS) Irm. Santa Casa de
Miseric. de Curitiba (PR)
Serviços Públicos Sanepar (PR) Águas de Joinville (SC)
Siderurgia e Mineração Grupo Gerdau (RS) Arcelor Mittal Gonvarri Brasil (PR)
Têxtil e Confecções Cia. Hering (SC) Cia. Hering (SC)
Transporte e Logística Rumo S/A (Ex-ALL) (PR) Cattalini Terminais Marítimos (PR)

500 Emergentes
No ranking das 500 emergentes, AMANHÃ e PwC mostram quem são e de onde vem as empresas que não se classificaram entre as 500 MAIORES DO SUL, mas compõem um exército de reserva para assumir uma posição no grupo de elite. A primeira aspirante, situada na posição 501, é a gaúcha Sulbras Moldes Plásticos, que exibe um patrimônio líquido de quase R$ 25 milhões e receita líquida da ordem de R$ 11 milhões. A número 2 é a paranaense S/A Moageira Agrícola. No ranking das 500 Emergentes, a primeira empresa de Santa Catarina a despontar é a Odebrecht Ambiental Blumenau, posicionada em 4º lugar. Entre as dez primeiras emergentes, há quatro paranaenses, quatro gaúchas e duas catarinenses.

Posição 2017 Grupo/Empresa UF VPG* R$ milhões
501 Sulbras Moldese Plást. Ltda. RS 57,35
502 S/A Moageira e Agrícola PR 57,22
503 Central de Produções GWUP S/A (Skopos Editora) PR 57,09
504 Odebrecht Ambiental – Blumenau S/A SC 56,94
505 CBSI Cia. Brasileira de Serviços de Infraestrutura PR 56,87
506 Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense RS 56,80
507 Arrozeira Sepeense S/A RS 56,66
508 Metalkraft S/A Injeção e Usinagem PR 56,28
509 Centrais Elétrica ee Carazinho S/A RS 56,22
510 Comfloresta SC 56,14


RANKING COMPLETO
http://www.amanha.com.br/500maiores/

FOTOS DA COLETIVA SOBEM NESTE LINK
https://www.dropbox.com/sh/20ggbegjfpjyrmu/AACr_WLLLV6hYfjVs_iNX7h1a?dl=0

PREMIAÇÃO

A cerimônia de premiação das empresas vencedoras será realizada no dia 20 de novembro na sede da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs), em Porto Alegre, a partir das 19h.

O evento contará com a participação dos governadores da região Sul que foram eleitos neste ano: Ratinho Júnior, do Paraná; Comandante Moisés, de Santa Catarina; e Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul.

Informações para adesão: paola@amanha.com.br ou 51 3230-3508.

Confira aqui a programação completa do evento:
http://www.amanha.com.br/pages/evento500maiores

INFORMAÇÕES PARA IMPRENSA
Grazieli Gotardo – 51 – 99162-0568 – assessoria@reversocomunicacao.com.br
Tatiane Mizetti (Conrerp/4ª 2820) – 51 99235-8086 reverso@reversocomunicacao.com.br
51 - 3398-7958
Reverso Comunicação Integrada (Conrerp/4ª PJ116)
www.reversocomunicacao.com.br

Data de inclusão: 13/11/2018
Fone: (51) 91620568
Contato: Grazieli
Empresa: #Reverso Comunicação Integrada
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Grupo editorial: [Economia e Finanças][Empresas][Geral]
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