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20/12/2017 - 15:49 - Acta Comunicação Integrada
Brasil tem o maior número de pessoas com depressão entre os países da América Latina; suicídio entre jovens é uma das principais causas de morte
Brasil tem o maior número de pessoas com depressão entre os países da América Latina; suicídio entre jovens é uma das principais causas de morte - ACTA COMUNICAÇÃO INTEGRADA

Esquizofrenia, distimia, Borderline, doenças podem afetar toda a família ...

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Os transtornos mentais ganharam palco de discussão nos meios de comunicação do Brasil e, atualmente, muito se tem ouvido falar sobre o tema. Segundo dados recentes da Organização Mundial da Saúde (2017) o Brasil é o país com a maior taxa de pessoas com transtornos de ansiedade no mundo e o quinto em casos de depressão. São 322 milhões de pessoas com depressão, 4,4% da população e 18% a mais do que há dez anos no mundo. Quando nos voltamos ao Brasil, 3% dos brasileiros têm algum transtorno de ansiedade e a depressão afeta 5,8% da população. Nesse cenário, temos fatores socioeconômicos, como pobreza e desemprego, e ambientais, como o estilo de vida em grandes cidades. O transtorno de ansiedade é marcado por sintomas como a dificuldade de concentração, problemas no sono e preocupação excessiva. Esses sintomas podem levar ao quadro depressivo, caracterizado pelos sintomas do transtorno acrescido de alterações no humor, como apatia, solidão, tristeza, além do isolamento social e dores sem justificativa física.

“São números assustadores e, ainda sim, nos deparamos com muito preconceito disseminado culturalmente. Por exemplo, é comum ouvir pessoas dizendo que depressão não é doença, e sim, frescura; que para ficar bom é só ter força de vontade; que para se ajudar tem que sair de casa. Pacientes com depressão têm uma tendência a uma saúde física pior, pior funcionamento social, pior percepção da saúde e percepção aumentada de dor corporal. Os transtornos mentais tendem a diminuir a capacidade de suportar as agressões do ambiente e encontram ancoragem nas causas biológicas, psicológicas e sociais, necessitando de atenção especializada, mas, também, de apoio familiar e social, explica a Psicóloga e Neuropsicóloga Elaine Di Sarno.
Estudos mostram que as mulheres apresentam maiores taxas de prevalência de transtornos de ansiedade e do humor em relação aos homens. Estes apresentam maior prevalência de transtornos associados ao uso de substâncias psicoativas, incluindo álcool, transtornos de personalidade anti-social, esquizofrenia, transtornos do controle de impulsos e de déficit de atenção e hiperatividade na infância e na vida adulta.

Na vida adulta o número de homens que busca atendimento é inferior ao número de mulheres. Acredita-se que eles não busquem auxílio nos estágios iniciais de sofrimento psíquico, caminhando para a utilização de mecanismos de defesa como negação e a busca por paliativos como o álcool e drogas psicoativas, que proporcionam alívio imediato da tensão, o que pode gerar nestes sujeitos um funcionamento parcialmente adaptativo. Assim, os homens nem sempre podem estar conscientes de que algo em si mesmo provoca sofrimento, e que tem uma origem psíquica.

Juntamente com a depressão, há uma série de outros transtornos que também são estigmatizados, dentre eles, o Transtorno Afetivo Bipolar, esquizofrenia, transtorno obsessivo compulsivo, a dependência de internet (muito em voga atualmente, como também a compulsão por jogos), distimia, que leva a pessoa a ficar em constante estado de mau humor. São problemas que afetam toda a família, toda a sociedade. Quem tem um membro na família com algum tipo de transtorno mental, psicológico, comportamental, acaba sofrendo também. A depressão que antes atingia apenas um membro da família pode, posteriormente, atingir outros familiares, dada a complexidade em lidar a questão.
O assunto é extremamente sério e precisa ser debatido, não adianta colocar a poeira sob o tapete. Só em 2015 (dados da OMS) quase 800 mil pessoas cometeram suicídio, a cada 40 segundos alguém se mata, o que representa 1,5% de todas as mortes no mundo, colocando o suicídio entre as 20 principais causas de morte no mundo. Já, entre jovens de 15 a 29 anos, o suicídio foi a segunda causa de morte em 2015.

“Existe tratamento e acompanhamento, dos membros afetados e dos familiares, sejam adultos, crianças ou adolescentes, o importante é procurar ajuda profissional e estar aberto a ouvir e a falar”, conta Elaine Di Sarno.

Sobre Elaine Di Sarno Psicóloga e Neuropsicóloga
Graduada em Direito e Psicologia. Mestranda na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo - USP. Possui Especialização em Avaliação Psicológica e Neuropsicológica e Especialização em Terapia Cognitivo-Comportamental, ambas pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. Psicóloga pesquisadora do Projeto Esquizofrenia – PROJESQ Instituo de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. Atendimentos individuais a pacientes ambulatoriais com diagnóstico de esquizofrenia e a familiares na abordagem cognitivo comportamental. Responsável pelo desenvolvimento de encontros psicoeducacionais, tanto para o paciente quanto para familiares, com o objetivo de realizar prevenção, promoção e educação sobre o tratamento para que possam ter preparo para lidar com as mudanças a partir de estratégias de enfrentamento para os problemas do cotidiano, reduzir o stress familiar, gerar fortalecimento da comunicação e aumento da qualidade de vida familiar.
Personal e Professional Coaching pela Sociedade Brasileira de Coaching. Mais informações em: www.elainedisarno.com.br/ //

Informações à imprensa Elaine Di Sarno Psicóloga e Neuropsicóloga
ACTA Comunicação Integrada - http://www.actacomunicacao.com.br/
Cristiane Sampaio – cristianesampaiojornalista@gmail.com // actacomunicacao@actacomunicacao.com.br
11 5631-1866 // 11 9 9834-0264
Data de inclusão: 20/12/2017
Fone: (11) 56311866
Contato: Cristiane Sampaio
Empresa: Acta Comunicação Integrada
Entrar em contato: Entrar em contato
Grupo editorial: [Geral][Recursos Humanos ][Saúde ]
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