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01/10/2014 - 18:03 - #INCorporativa*
Médicos anestesistas defendem parto sem dor
Médicos anestesistas defendem parto sem dor - #INCORPORATIVA*


Cooperativa de médicos anestesistas de Ribeirão Preto (CoopanestRP) acredita que cesariana só deve ser realizada em caso de indicação médica e defendem o parto normal sem dor através do sistema de analgesia – procedimento com anestesia combinad ...

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Ribeirão Preto (SP), 1º de outubro de 2014 - No primeiro semestre do ano, o Ministério da Saúde divulgou uma pesquisa sobre parto no Brasil: o resultado é surpreendente. A pesquisa entrevistou 23.894 mil mulheres que foram atendidas em maternidades públicas, privadas ou conveniadas ao Sistema Único de Saúde (SUS) em 266 hospitais de 191 municípios e constatou que a cesariana foi realizada em 52% dos nascimentos. Os números fogem da recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS). A entidade sinaliza que as cesarianas deveriam ser exceção – somente entre 10% a 15% dos nascimentos ou quando há risco para a mãe ou para o bebê. Diante do cenário brasileiro em que a maioria dos partos são por via cesariana, a CoopanestRP (Cooperativa de Médicos Anestesistas de Ribeirão Preto) defende o parto normal, porém sem dor, através do sistema de analgesia, ou seja, com anestesia combinando duas técnicas e medicações em baixas doses.

A medicina e a Anestesiologia chegaram a um grau de desenvolvimento permitindo que, através da técnica combinada de Raquianestesia e Peridural contínua, com baixas doses e medicações de última geração, ocorra o alívio das dores de cólicas do parto, por completo ou consideravelmente, sem afetar as contrações uterinas e a progressão do trabalho de parto, não aumentando assim o índice de cesarianas ou a necessidade de fórceps. A analgesia é dada quando há uma equipe humanizada de assistência ao parto, diminuindo as dores do parto, porém permitindo o nascimento por via natural.

“Costumamos falar que o Brasil é o país dos impostos e das cesarianas, pois na maioria esmagadora das maternidades de 80 a 95% dos partos acontecem pela forma cesariana”, destaca o médico anestesista e presidente da CoopanestRP, Alexandre Maitto Caputo. Segundo ele, o aumento de cesarianas ocorre por uma infinidade de fatores - que passam desde a conveniência médica por realizar o parto com hora marcada, até a redução dos custos hospitalares, o que também diminui o pagamento da mão de obra especializada por 24 horas do dia. “Com isso, os direitos da mulher que gostaria de ter um parto normal ou natural, são cerceados e muitas vezes impossibilitados, mexendo com o subconsciente e medos deste momento tão esperado, fortalecendo assim os mitos transmitidos de geração a geração”, acrescenta o médico.

AUMENTO DE PARTOS NORMAIS EM RIBEIRÃO
Em Ribeirão Preto, interior de São Paulo, através do trabalho da CoopanestRP e (Cooperativa dos Anestesiologistas de Ribeirão Preto) e forte campanha, os números de parto normal com analgesia têm aumentado – inclusive na rede pública. No Centro de Referência da Saúde da Mulher de Ribeirão Preto - Mater, dos 300 partos feitos em um mês, 210 são partos normais com o sistema de analgesia combinada. Já, na Maternidade Cidinha Bonini (Unaerp), dos 70 partos realizados no mês, 35 são normais e feitos com analgesia – sem dor.

Segundo Alexandre Maitto Caputo, há procedimentos rigorosos que devem ser seguidos para desenvolver um parto normal com analgesia - com perfeição e sucesso - que minimizam riscos e garantam a segurança dos pacientes:
- Alto grau de confiança e entrosamento entre as equipes médicas e de enfermagem.
-Curso completo pré-natal para as gestantes, abordando Vias Parto, Analgesia combinada, Aleitamento Materno, Cuidados com o recém-nascido.
- Equipes bem dimensionadas e de prontidão para a demanda.
- Materiais, Equipamentos e Medicações à disposição.
- Humanização.
- Indicações precisas e na hora certa.
- Avaliar a gravidade da dor e a resposta do paciente ao tratamento, através de uma escala numérica de zero a dez (sendo zero a ausência de dor e dez a pior dor possível).
- Monitorizar o paciente no mínimo com oxímetro de pulso antes da administração do analgésico.
- Obter acesso venoso periférico.
- Dispor sempre de material para assistência ventilatória.
- Empregar somente a via intravenosa no pré-hospitalar
- Protocolos de tratamento médico atualizado e uniformidade do serviço prestado pelas equipes.

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Data de inclusão: 01/10/2014
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